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O abuso psicológico é caracterizado por uma série de atitudes que visam a conversão de alguém em objeto das suas idealizações, projeções e interesses. Objeto porque passa a tratar este alguém, o alvo, de forma a controlar, dominar e algumas vezes subjugar. Desta maneira desconsidera o alvo em sua humanidade transformando-o em objeto de uso e abuso.
Esse tipo de relação pode ocorrer entre amigos, pais e filhos, chefes e funcionários, relações héteros e homo afetivas. Não é reconhecida de imediato, pois como qualquer outra relação é construída e, ao longo do tempo, pode vir a ter esta dinâmica abusiva.
De início, todos querem mostrar a sua melhor versão. A sedução, atenção, o carinho, mimos, caprichos e principalmente admiração. E quem não gosta de sentir que é tão especial para alguém? Tudo é tão bom, que se vive uma promessa: ter o outro pra si pro resto da vida.
Caso o alvo do abusador traga problemas de autoestima, ele passará a se sentir validado, aprovado, amado. Inicia-se aí uma nutrição ao senso de valor próprio. Dependendo das feridas narcísicas que traz desde a infância, suas necessidades de aceitação serão imperiosas.
Caso o alvo não tenha um sentido de identidade bem resolvido, ele fará de tudo para se identificar e reproduzir este ideal fantasiado. O sentimento de vazio, insignificância ou mesmo de inadequação ou não pertencimento a lugar nenhum é o terreno fértil para o abusador. Colocando -se nesse lugar idealizado pelo abusador , aceitando todos os seus cuidados amorosos, a vítima acredita na aquisição de uma identidade que sempre desejou ser, ou seja, aquela capaz de ser amada. Inicia-se aí a captura subjetiva do alvo.
As coisas começam a tumultuar quando tamanha promoção de alguém tem seu preço. Toda esta promoção é graças ao olhar, a dedicação e o "amor" dele ( do abusador), e é aí que a pessoa já capturada é convertida , continua atendendo as demandas deste Outro, temendo o risco de perder a imagem projetada em si.
O que poucos sabem é que o Outro também projeta aquilo que mais ele teme ou pune em si. E, com isso passa a desconfiar e punir no alvo uma série de atitudes que ele não consegue reconhecer em si como próprias do seu desejo e de sua humanidade.
Passa a tratar o alvo com reprovações e punições muito sutis. Por exemplo, comparações no intuito de diminuir o parceiro. Pergunta -se algo que certamente ele não vai saber responder porque não é da sua área de domínio, elogia-se exageradamente outras pessoas justamente nas dificuldades que o alvo apresenta, docemente diz que o alvo não conseguirá isso ou aquilo até alcançar críticas mais contundentes. Começa a se colocar como imprescindível na vida desta pessoa. O alvo começa a internalizar esta mensagem e sente culpa por não corresponder ao papel idealizado e suas expectativas. Culpa-se por pensar que o outro tem razão em desmerecê-lo. Suas feridas narcísicas são ativadas e os sentimentos de rejeição e menos valia, de insuficiência e incapacidade retornam dramaticamente, fazendo-o duvidar se é digno de ser amado. Afinal o ciúme patológico do outro é porque ele é amado exageradamente.... e assim ele vai tecendo uma rede de significados onde ele possa se apoiar.
Mas, as atitudes do abusador passam a despertar sentimentos muito ruins e o alvo passa a ficar confuso porque sofre e sofre muito. Pergunta -se: Como pode ter perdido aquele amor? Será que o outro não o ama mais ? O que ele fez ? E, caso, por um instinto de defesa o alvo passa a se distanciar, o abusador não tolera esse abandono e passa a controlar todos os seus passos, pensamentos, sentimentos.
Sob a justificativa da preocupação ocupa-se em ter controle absoluto da rotina do parceiro.
Sob a justificativa do cuidado amoroso vigia todas as amizades, contatos, likes etc.
O alvo ainda pensa que tudo isso é amor, um Amor um pouco possessivo talvez, um ciúme que tempera a relação.
Percebam que a mensagem imputada é de paixão, amor, cuidado.
Quando o alvo começa a duvidar, logo é lembrado tudo que se fez por ele. Instaura aí uma dívida não confessa, mas sugerida todos os dias. O alvo passa a experimentar o sentido de insuficiência, há um saldo devedor impagável.
Um tipo de atitude muito usada pelo parceiro (abusador) é o da violência passiva. Os passivos agressivos são aqueles que nada respondem, que fingem concordar, mas continuam a ter os mesmos comportamentos que ferem as vítimas. São os que não se responsabilizam por nada do que dizem ou fazem. São os que culpam o outro por qualquer discussão ou desatino. São os que dizem : reagi assim por tua causa. Dou o que vc me dá. Sou o que recebo de vc. Sumí por tua causa. São os que mentem perante o óbvio a fim de confundirem suas vítimas. Não retornei suas ligações para você aprender, por exemplo, estando naquele momento com outra pessoa.
Jamais pedem desculpas e quando admitem qualquer participação no conflito, se justificam baseando-se no comportamento da vítima. São desonestos. Revestem -se sob a capa da vítima, para que o outro se identifique e se confunda com a figura do algoz.
O alvo aciona a culpa como defesa e esta é explorada pelo abusador sedimentando um vínculo altamente destrutivo. A vítima ao sentir-se culpada atenua a dor de reconhecer-se violentada em sua integridade psicológica e, portanto, não amada de fato, mas sim usada e abusada. Ela nega a realidade de ser vítima porque reconhecer-se neste lugar poderia ser insuportável. A tomada de consciência precisa ser aos poucos. O choque de realidade pode ser traumático.
Um outro mecanismo de defesa comum é a identificação com o abusador. A fim de defender-se passa a usar as mesmas armas e a agir da mesma forma, mudando o lugar de passiva para ativa a fim de ter controle sobre o trauma. Sim, neste momento o trauma já foi instalado há tempos. Introjeta o agressor e passa a agir como ele. O prazer masoquista passa dar lugar ao seu inverso temporariamente.
Observa -se então um movimento oscilante das duas posições. A relação fica insustentável, pois o abusador só sente prazer com o domínio sobre o alvo. Quanto mais a vítima sofre, mais ele infringe dor para dominá-la inteiramente. Seu prazer está no poder que ele exerce sobre esta pessoa. Ele acredita tanto está certo, que não há espaço para autocrítica. O prazer que se tem, o alimenta narcisticamente. Se a vítima muda sua posição, esta não o interessa mais.
A vítima ou alvo, quando consegue sair deste tipo de relação , a princípio sente alívio, mas é possível que com o tempo passe por crises de abstinência. Sim, abstinência! Ela passa a sentir falta da forma obsessiva que ela acreditava ser amada, da compulsão que parecia ser desejada e da atitude subserviente que atendia aos desejos do seu algoz. Costumam ser pessoas que necessitam não serem satisfeitas , necessitam sempre de um pouco mais e, como o abusador não está nem aí para suas reais necessidades , a vítima é mantida na promessa de que ainda vai se satisfazer, ainda mais e depois um pouco mais. É como a dependência de drogas. Precisa -se de mais e mais.
A síndrome de abstinência caracteriza-se por forte angústia, ansiedade, sentimento de que se está perdido, não se sabe mais quem é sem o Outro, não sabe mais qual o sentido da vida. A depressão pelo rompimento da relação simbiótica sem luto. Não admite -se o fim. Não consegue finalizar. Perdeu a autoria da própria vida. Crises de raiva pelo sentimento de perda e traição ao que tudo fora investido e quer se ter de novo. Mas, O que se quer de novo ? É a promessa ! Lembram ? A promessa do que se teria, a promessa da ideia, do que fora idealizado e não vivido. Agarra-se a promessa e idealiza-se novamente.
A ilusão passa alimentar um forte desejo de retornar para, quem sabe, ser diferente. Como um ADICTO não se sente capaz de viver sem a droga, enganando-se ainda ter controle sobre sua dependência, passa a interpretar o passado com a idealização do que poderia ter sido.
Não é preciso dizer que relações adoecidas a esse ponto dificilmente são recuperadas. Mas, as pessoas Sim. E para tanto há que se desejar ser livre ! Este é um dos pontos mais difíceis abordados em psicoterapia: o medo da liberdade ! O medo de ser livre ! Por vezes preferem retornar as velhas correntes conhecidas e aí refugiar-se na própria cumplicidade oferecida ao seu algoz. A única identidade conhecida é o da vítima. Este é o momento mais valioso e o mais difícil. Pode escolher sim. Qual o seu real desejo ? O da domesticação ou de ser livre ? Qual a sua escolha ? Segure a minha mão, na travessia do encontro à liberdade, ninguém solta a mão de ninguém, até que você voe.
Valores. Nunca uma palavra esteve tão em evidência, especialmente no atual momento político que vivemos, onde crianças e adolescentes têm acesso, pelos meios de comunicação, a notícias desagradáveis sobre as mais diversas formas de prejuízo à população.
Como as crianças desenvolvem comportamentos pró-sociais? Há, de fato, alguma maneira de incentivá-las a desenvolvê-los? Será que, se o fizermos, formaremos por fim adultos altruístas, do tipo que compram sapatos para um mendigo em uma noite gelada ou que se apressam a ajudar alguém a pegar um trem quando ele se aproxima da plataforma.
Os exemplos dos pais são importantes para fomentar a bondade, caridade, simpatia e a compaixão. Essa características devem fazer parte da experiência das crianças muito antes de elas conhecerem essas palavras.
O ideal é não oferecer recompensas materiais pelo comportamento pró-social, mas ofereça chances de fazer o bem –oportunidades que a criança possa aproveitar voluntariamente. E ajude-a a se considerar e a considerar o seu próprio comportamento como generoso, bondoso e útil.
Os adultos têm a chance de tratar de uma série de questões que favorecem a conscientização das crianças através de uma conversa. É muito importante favorecer diálogos em que as crianças possam colocar dúvidas e algumas crenças que já formaram, para que você tenha a oportunidade de ajudá-la a questionar crenças não saudáveis. A família pode, também, explicar que a existência de diferenças é uma característica natural das pessoas e da vida, e que não respeitar isso pode causar sofrimento e tristeza a aqueles que estão envolvidos nas situações.
| Darlise Neves | ⚜ Psicanalista e Psicóloga
🔹CRP 22954/05
📍Consultório no Rio de Janeiro
Telefone: (21) 99646-4425
Email: darlise.neves@gmail.com
Como as crianças desenvolvem comportamentos pró-sociais? Há, de fato, alguma maneira de incentivá-las a desenvolvê-los? Será que, se o fizermos, formaremos por fim adultos altruístas, do tipo que compram sapatos para um mendigo em uma noite gelada ou que se apressam a ajudar alguém a pegar um trem quando ele se aproxima da plataforma.
Os exemplos dos pais são importantes para fomentar a bondade, caridade, simpatia e a compaixão. Essa características devem fazer parte da experiência das crianças muito antes de elas conhecerem essas palavras.
O ideal é não oferecer recompensas materiais pelo comportamento pró-social, mas ofereça chances de fazer o bem –oportunidades que a criança possa aproveitar voluntariamente. E ajude-a a se considerar e a considerar o seu próprio comportamento como generoso, bondoso e útil.
Os adultos têm a chance de tratar de uma série de questões que favorecem a conscientização das crianças através de uma conversa. É muito importante favorecer diálogos em que as crianças possam colocar dúvidas e algumas crenças que já formaram, para que você tenha a oportunidade de ajudá-la a questionar crenças não saudáveis. A família pode, também, explicar que a existência de diferenças é uma característica natural das pessoas e da vida, e que não respeitar isso pode causar sofrimento e tristeza a aqueles que estão envolvidos nas situações.
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Segundo a classificação psiquiátrica, a bipolaridade carateriza-se por mudanças bruscas de humor em que podem ser manifestar com episódios depressivos (leves, moderados ou fortes) alternando-se com episódios de euforia (leves, moderados e fortes) com duração e frequências variadas.
Durante um episódio de mania, uma pessoa pode impulsivamente sair de um emprego, gastar enormes quantias em cartões de crédito ou se sentir refeita depois de dormir duas horas. Durante um episódio depressivo, a mesma pessoa pode se sentir muito cansada para sair da cama e cheia de autoaversão e desesperança sobre estar desempregada e com dívidas.
A bipolaridade pode ser muito diferente em pessoas diferentes. Os sintomas variam muito em padrão, gravidade e frequência. Algumas pessoas são mais propensas à mania ou à depressão, enquanto outras oscilam igualmente entre os dois tipos de episódios. Alguns têm variações frequentes de humor, enquanto outros as experimentam pouco ao longo da vida.
Na psicoterapia trabalhamos com:
-Qual a relação que a pessoa tem com os seus sintomas.
-Qual a sua implicação no seu tratamento.
-Quem é a pessoa para além deste diagnóstico.
-Como lidar com qualquer estigma frente a sociedade.
-Redução de danos quanto aos prejuízos caso existentes
-E tudo mais que for da demanda deste indivíduo.
O ideal é que antes de iniciar o uso de qualquer substância, avalie com um profissional da área da Saúde Mental. Ele realizará uma análise para entender as suas necessidades, e então indicar as melhores opções para as suas características e particularidades.
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Durante um episódio de mania, uma pessoa pode impulsivamente sair de um emprego, gastar enormes quantias em cartões de crédito ou se sentir refeita depois de dormir duas horas. Durante um episódio depressivo, a mesma pessoa pode se sentir muito cansada para sair da cama e cheia de autoaversão e desesperança sobre estar desempregada e com dívidas.
A bipolaridade pode ser muito diferente em pessoas diferentes. Os sintomas variam muito em padrão, gravidade e frequência. Algumas pessoas são mais propensas à mania ou à depressão, enquanto outras oscilam igualmente entre os dois tipos de episódios. Alguns têm variações frequentes de humor, enquanto outros as experimentam pouco ao longo da vida.
Na psicoterapia trabalhamos com:
-Qual a relação que a pessoa tem com os seus sintomas.
-Qual a sua implicação no seu tratamento.
-Quem é a pessoa para além deste diagnóstico.
-Como lidar com qualquer estigma frente a sociedade.
-Redução de danos quanto aos prejuízos caso existentes
-E tudo mais que for da demanda deste indivíduo.
O ideal é que antes de iniciar o uso de qualquer substância, avalie com um profissional da área da Saúde Mental. Ele realizará uma análise para entender as suas necessidades, e então indicar as melhores opções para as suas características e particularidades.
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A informação do exemplo ultrapassa a informação do que é dito. Muitos pais e famílias agem da seguinte forma:
-Batem para ensinar que a criança não deve bater
-Gritam e falam palavrões para ensinar que a criança não pode gritar e xingar;
-Querem que a criança brinque e saia da internet, mas não desgrudam do celular e das redes sociais.
-Mentem e falam para a criança não mentir pra eles.
É mais fácil ensinar do que educar. Para ensinar você precisa saber, mas para educar é preciso ser.
↪Seja a pessoa que você quer que seu filho se torne.
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A violência contra animais é uma atitude ou prática intencional que abrange ações de crueldade, tortura, agressão, negligência e/ou abandono.
Modos de violência: espancar, golpear, torturar, mutilar, envenenar, privação de água e comida diariamente, não abrigar da chuva ou sol, sacrificar os animais em rituais religiosos, negligenciar tratamentos , rodeios, touradas, diversão em circos, zoológicos, caças esportivas e etc.
Alvo: principalmente animais frágeis, indefesos, abandonados, fáceis de capturar é manter sob domínio.
Agente agressor: pessoas com baixa capacidade autocrítica, ausência de empatia, incapacidade de se identificar com o estado emocional do animal, necessidade de poder, ignora normas.
Importante enfatizar que nem todos os agressores tem sociopatia. Existem fatores sociais, emocionais e ambientais produtores deste comportamento que devem ser analisados caso a caso.
Importante haver cumprimento da Lei para que a impunidade não seja um incentivo a repetição dessas práticas.
Intervenção Psicoterapêutica para tratamento do agressor com objetivo de adquirir maior consciência das motivações do ato, danos, criticidade ao fato e compromisso com a mudança de comportamento..
Há que se proteger a dignidade do animal contra qualquer tratamento violento e degradante da mesma forma que há que se proteger e defender a dignidade humana. (Unesco,1978)
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Alvo: principalmente animais frágeis, indefesos, abandonados, fáceis de capturar é manter sob domínio.
Agente agressor: pessoas com baixa capacidade autocrítica, ausência de empatia, incapacidade de se identificar com o estado emocional do animal, necessidade de poder, ignora normas.
Importante enfatizar que nem todos os agressores tem sociopatia. Existem fatores sociais, emocionais e ambientais produtores deste comportamento que devem ser analisados caso a caso.
Importante haver cumprimento da Lei para que a impunidade não seja um incentivo a repetição dessas práticas.
Intervenção Psicoterapêutica para tratamento do agressor com objetivo de adquirir maior consciência das motivações do ato, danos, criticidade ao fato e compromisso com a mudança de comportamento..
Há que se proteger a dignidade do animal contra qualquer tratamento violento e degradante da mesma forma que há que se proteger e defender a dignidade humana. (Unesco,1978)
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A autoestima é um dos principais recursos do ser humano para viver bem. Basicamente, ela determina a maneira como as pessoas se relacionam com o mundo, encaram os desafios da rotina diária e se protegem ou se expõem em situações que exigem controle emocional.
Uma das características das pessoas que estão com sua auto estima baixa é a incapacidade de enxergar em si algo de bom. Normalmente, elas ficam a maior parte do tempo focadas em seus defeitos e fracassos, cobrando-se a todo tempo, possivelmente com a companhia de comportamentos perfeccionistas ou destrutivos.
Na maioria dos casos, as características da imagem que as pessoas possuem de si, são de desqualificação, sentimentos de inferioridade, incapacidade, insegurança e muitos outros. Geralmente, quem está com autoestima baixa faz uma ideia de si muito distorcida e cruel.
Quando as referências que nos cerca, são boas , elas existem por terem nascido conosco. Nossas crenças sobre identidade são instituídas em nosso DNA, de forma inconsciente. O ideal nesses casos, é a possibilidade de olhar para dentro e dar um novo sentido a todos os programas negativos que foram instalados.
Passar a olhar para dentro de você, não levantar todos os momentos em que a baixa autoestima o impediu de resolver ou obter alguma coisa, e entender, primeiramente, que com a autoestima curada e fortalecida você alcançará grandes montanhas, realizará grandes sonhos e terá uma vida plena e feliz.
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O bullying são práticas onde ocorre atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, cometidos por um ou mais agressores contra uma determinada vítima.
O Bullying pode ocorrer em qualquer ambiente onde existe o contato interpessoal, seja no clube, na igreja, na própria família ou na escola.
Geralmente, as vítimas têm vergonha e medo de falar à família sobre as agressões que estão sofrendo e, por isso, permanecem caladas. Com isso, podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
As vítimas de agressão física ou verbal ficam marcadas e essa ferida pode se perpetuar por toda a vida. Nestes casos, a ajuda psicológica é fundamental para amenizar a difícil convivência com memórias tão dolorosas.
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Geralmente, as vítimas têm vergonha e medo de falar à família sobre as agressões que estão sofrendo e, por isso, permanecem caladas. Com isso, podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
As vítimas de agressão física ou verbal ficam marcadas e essa ferida pode se perpetuar por toda a vida. Nestes casos, a ajuda psicológica é fundamental para amenizar a difícil convivência com memórias tão dolorosas.
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Abuso Psicológico é o resultado das relações de poder entre pares em que um exerce domínio sobre o comportamento do outro, sem o menor respeito a integridade do outro.
A primeira característica desse tipo de abuso é que a relação entre o casal ocorre de forma desigual, destrutiva, violenta e com consequências traumáticas.
Algumas consequências deste tipo de relação é o adoecimento psíquico, desde um sentimento de desvalorização, rejeição, depressão, ansiedade generalizada, transtorno pós-traumático, episódios de agressividade até violência física. Muitas vezes, no final deste caminho, o abuso psicológico também leva a tentativas ou cometimento de suicídio, assim como, homicídio, em que a taxa dentre as mulheres é altíssima, passando a ser um problema de ordem social .
❗Se você é vítima de um relacionamento abusivo, busque ajuda! Se fortaleça!
🌻Reconstrua-se e permita-se ser feliz novamente!
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